Infraestrutura e Serviços

Com uma posição de referência em serviços de alta complexidade, e ênfase nas áreas de Oncologia (Centro de Oncologia) e Doenças Digestivas (Centro de Obesidade e DiabetesCentro de Hérnia, Centro de Endoscopia, Cirurgia Geral do Aparelho Digestivo e Parede Abdominal), a Instituição é reconhecida pela busca permanente da excelência em todos os níveis e pela valorização do atendimento integral ao paciente. Ser preciso e humano para garantir a melhor experiência e o resultado em saúde para o paciente é a missão do Hospital que permeia nossa atuação em toda a cadeia da saúde, da prevenção, promoção, e diagnóstico ao tratamento, à reabilitação dos pacientes.

Conheça em detalhes a nossa infraestrutura e serviços:

Centro Cirúrgico
O Centro Cirúrgico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, localizado na Torre E, conta com 22 salas operatórias, preparadas para realizar procedimentos de alta, média e baixa complexidade. Moderno e com tecnologia de ponta,  o centro cirúrgico foi projetado para dar suporte aos centros de especialidades do Complexo Hospitalar e possui recursos inovadores – como o robô Da Vinci SI, que possibilita cirurgias menos invasivas, e a primeira sala cirúrgica em 3D da América Latina, na qual é possível gravar, transmitir e assistir a todo o procedimento cirúrgico, além de acessar exames por meio do sistema Picture Archiving Communication System (PACS). Outro diferencial é o uso de focos cirúrgicos em LED, que realçam as cores de tecidos durante os procedimentos e proporcionam maior conforto térmico para a equipe médica.

Tour Virtual

Conheça a infraestrutura do Hospital Alemão Oswaldo Cruz em nosso Tour Virtual.

Centro Cirúrgico     Complexo Hospitalar

Centro de Diagnóstico por Imagem
Os métodos de diagnóstico por imagem desempenham um importante papel na detecção, no diagnóstico e no planejamento terapêutico de muitas doenças. O Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz disponibiliza modernos equipamentos de ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, ecocardiografia, radiologia convencional, angiografia digital, mamografia, medicina nuclear e densitometria óssea, além de realizar procedimentos intervencionistas diagnósticos e terapêuticos orientados por técnicas de imagem.Mais informações: (11) 3549-1000.

O Day Clinic é destinado a pacientes que passam por procedimentos simples e que recebem alta no mesmo dia, sem necessidade de internação prolongada. O serviço acolhe tanto pacientes cirúrgicos quanto clínicos, prestando o cuidado pré e pós-operatório de quem é submetido a procedimentos de baixa complexidade, como retirada de fios ou parafusos ósseos, vasectomia, cirurgias plásticas simples, além de aplicação de hemocomponentes, administração de medicamentos, entre outros atendimentos clínicos de retaguarda e ambulatoriais de curta duração.

Mais informações: (11) 3549-13513549-13523549-1353.

Unidade de Medicina do Sono
Realizados em um só lugar com mais conforto e comodidade para os pacientes, os exames de diagnóstico e tratamento para diversas patologias neurológicas e disfunções do sono, são acompanhados por uma equipe multidisciplinar especializada.

Exames

Eletroencefalograma (EEG)

Indicado para os mais variados transtornos neurológicos, o Eletroencefalograma é um exame neurofisiológico que avalia a atividade elétrica cerebral, essencial para o diagnóstico de epilepsias, investigação de demências (como Doença de Alzheimer), encefalopatias diversas (de causa hepática, renal, por efeito de medicamentos, por exemplo), infecções do sistema nervoso central tais como encefalite herpética, dentre outros transtornos neurológicos. É utilizado ainda em alguns casos psiquiátricos e avaliação de profissionais tais como nos aviadores.

Eletroneuromiografia (ENMG)

O procedimento avalia a função do sistema nervoso periférico e muscular por meio do registro das respostas elétricas geradas por estes sistemas, com o objetivo de detectar graficamente as lesões desses sistemas que comprometem a unidade motora. O exame é fundamental para auxiliar o diagnóstico, tratamento e para fins de prognóstico em doenças neuromusculares, tais como Síndrome do Carpo, Neuropatias Polirradiculoneurite etc.

Polissonografia

A polissonografia é recomendada para o diagnóstico de diversos distúrbios do sono, além das apneias e roncos. Auxilia no diagnóstico da insônia, sonambulismo, terror noturno, ranger de dentes (bruxismo), fibromialgia, entre outros problemas de saúde.

Doppler Transcraniano (DTC)

É primariamente utilizado para ajudar na pesquisa e investigação de doenças vasculares cerebrais, como acidentes vasculares cerebrais isquêmicos e hemorragias intracranianas causadas pela rotura de aneurismas cerebrais.
A avaliação de pacientes com Anemia falciforme, na indicação de necessidade de transfusões sanguíneas, é outro exemplo de excelente indicação clínica deste exame.

Potencial Evocado

É um exame que gera estímulos externos no paciente, por meio de eletrodos, luz ou som, provocando uma resposta esperada no cérebro. Os estímulos podem ser visuais, auditivos, cognitivos, somatossensitivo (que detecta lesões medulares) ou motores, dependendo de qual parte do corpo é necessário examinar. É utilizado ainda para avaliar possíveis lesões, ou evita-las durante atos cirúrgicos.

Mais informações: (11) 3549-1000.

Exames

Manometria Esofágica

A manometria do esôfago é um exame complementar que tem por finalidade o estudo da propulsão (contração e coordenação de movimentos) deste órgão e suas relações com os esfíncteres superior e inferior (“músculos” anulares ou circulares que, ao relaxarem-se ou contraírem-se, regulam o trânsito do esôfago), através das medidas das suas pressões intraluminais, identificando assim, alterações nas suas pressões e motilidade.

Esse exame é também realizado para identificar a posição precisa de onde se deve colocar o eletrodo de um outro exame, a Manometria Esofágica de 24 horas, pré e pós-operatório de cirurgias antirrefluxo e outras situações.

Esta é realizada com o paciente acordado, pois é necessária a sua colaboração (durante o exame o paciente deve manter a capacidade de engolir naturalmente e quando solicitado, o que estaria prejudicado caso houvesse algum tipo de sedação ou anestesia geral), e consiste na passagem de uma sonda especial (fina) através de uma das narinas (nariz) até o seu estômago.

Primeiramente, aplica-se um gel anestésico na narina e pede-se ao paciente que o inspire (aspire), com objetivo de anestesiar o trajeto a ser percorrido pela sonda. Após isto, a extremidade da sonda é lubrificada com o mesmo gel anestésico, e é introduzida através desta narina.

Quando o paciente sentir a sonda na garganta (parede posterior da faringe), o mesmo deve inclinar para frente (fletir anteriormente) o pescoço para facilitar a progressão da sonda para o esôfago e deglutindo-a, caso necessário, pode ser deglutida pequena quantidade de água facilitando assim a sua passagem.

A passagem da sonda de manometria é, geralmente, a parte mais incômoda de todo exame, mas esta é rápida e tranquila.

(REAÇÕES AO EXAME – Durante a passagem da sonda é natural que o paciente apresente um pouco de náusea, que normalmente cessa assim que a mesma chega ao estômago. Eventualmente, poderão ocorrer vômitos e tosse durante a passagem da sonda. Após a passagem da sonda e início do exame, o paciente pode senti-la como um diminuto ponto na garganta, sem causar, no entanto, dificuldade para engolir).

Após a introdução da sonda, o paciente é colocado em decúbito dorsal, o mesmo durante o exame não pode falar ou fazer movimentos bruscos, pois estes podem alterar o resultado.

Esta etapa do exame é rápida e bem tranquila para o paciente, e é realizada pela mobilização da sonda introduzida no estômago em direção a garganta (faringe), registrando-se respectivamente as pressões do esfíncter inferior, corpo esofágico e esfíncter superior.

pH–Metria Esofágica

A monitoração prolongada do pH esofágico é considerada o melhor método no diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico, permitindo assim quantificar a exposição esofágica ao ácido e também correlacioná-lo aos sintomas apresentados pelo paciente.

Esta é realizada com o paciente acordado, pois é necessária a sua colaboração, e consiste na passagem de uma sonda especial, com calibre fino, através de uma das narinas (nariz).

Primeiramente, aplica-se um gel anestésico na narina e pede-se ao paciente que o inspire (aspire), com objetivo de anestesiar o trajeto a ser percorrido pela sonda.

Após isto, a extremidade da sonda é lubrificada com o mesmo gel anestésico, e esta é introduzida através desta narina.

Quando o paciente sentir a sonda na garganta (parede posterior da faringe), o mesmo deve inclinar para frente (fletir anteriormente) o pescoço para facilitar a progressão da sonda para o esôfago e deglutindo-a, caso necessário, pode ser deglutida pequena quantidade de água facilitando assim a sua passagem.

Após a introdução da sonda, a mesma é tracionada posicionando corretamente o eletrodo mais distal desta sonda 5 (cinco) cm acima do limite superior do esfíncter inferior do esôfago, aferido pela manometria.

O paciente ficará com esta sonda introduzida pela narina, conectada a um aparelho portátil, por quase 24 horas.

Será fornecido ao paciente um diário, no qual este possa registrar os horários das suas refeições, os horários em que estiver deitado dormindo e os seus sintomas.

Durante este exame o paciente deve, na medida do possível, realizar todas as suas atividades diárias (todas as rotinas normais, principalmente manter a sua alimentação habitual, o que come no seu dia a dia) para que o resultado deste seja o mais preciso.

Manometria Anorretal

Este exame avalia a pressão dos esfíncteres anais, assim como a sensibilidade anorretal. Ele permite um estudo minucioso da função anorretal em pacientes constipados (dificuldades de evacuação), urgências evacuatórias, incontinente (perda involuntária de fezes na roupa) e dor na região anal. Também pode ser indicado no estudo pré-operatório de pacientes com colostomia, fissuras e fístulas perianais, para um planejamento cirúrgico adequado.

Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
A Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Alemão Oswaldo Cruz conta com 44 leitos e um completo sistema de vigilância ininterrupta, além de equipe multidisciplinar formada por médicos plantonistas intensivistas, enfermeiros e fisioterapeutas. Na Torre E, o mais recente prédio do complexo hospitalar, os leitos contam com banheiros individuais.Mais informações: (11) 3549-0000.

Tour Virtual

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UTI     Complexo Hospitalar

Localização dos Serviços

Abaixo um mapa com a localização dos principais serviços do Hospital:

Mapa - Localização dos Serviços